




Angelina Jolie admitiu que sabe que tem "muita, muita sorte" em sua vida. A atriz, mãe de 4 crianças e grávida de gêmeos, disse ao jornal The Sun que está maravilhada por achar fácil conciliar sua carreira de atriz com a maternidade: "Eu tenho muita, muita sorte", disse.
"Muitas mães não têm um emprego em que podem trabalhar por poucos meses ao ano. Minha agenda é muito pequena em comparação à delas, então eu posso me dar ao luxo de passar quanto tempo quiser com meus filhos", contou.
Angelina também disse que ela e o namorado, Brad Pitt, alternam as agendas, para que alguém possa sempre estar com as crianças: "Quando estou trabalhando, Brad está em casa com as crianças e vice-versa. Nós temos babás que nos ajudam, mas ninguém passa a noite


"Quando pensar em ser perfeito, tente caminhar sobre as águas."
”Eu acho que todos precisam de um senso de propósito, um senso de ser útil.”
“A responsabilidade de todos nós é fazer o máximo com o que nós temos.”
”Eu tenho trabalhado em filmes e feito coisas para a minha própria carreira, minha própria vida. E então certamente havia um vazio em mim.”
Sobre a tatuagem para Billy Bob:
“Nunca mais terei o nome de um homem tatuado em meu corpo.”
”Quando você está removendo uma tatuagem, a pior parte é o cheiro.”
”Eu não invejo ninguém que tenta experimentar qualquer caminho. Eu fico feliz por eles. Apenas nunca tatue o nome de uma pessoa em você.”
Sobre Tomb Raider:
“Eu pratiquei por uma eternidade naquele jet ski para Tomb Raider. E eu não gosto muito de água. E eu também não gosto de biquínis. Então um jet ski e um biquíni: isso chega bem perto do meu pesadelo.”
”Eu Ainda não superei o fato de eles terem apagado meus mamilos da foto do pôster para Lara Croft. Sem mamilos. Eu acho que é certamente estranho e bizarro. Mamilos são adoráveis.”
Sobre a Premiere de Tomb Raider em LA: “No caminho para lá, eu tive que deitar no chão do carro para por aquelas calças. Estou sempre atrasada para essas coisas.”


Angelina Jolie está preocupada que as veias do braço, mãos e testa fiquem mais visíveis por conta dos quilos que emagreceu, por isso está fazendo um tratamento de pele com caviar, de acordo com o Female First. Ela faz um tratamento de cerca de US$ 400, por sessão, com cremes feitos da ova do esturjão Baerii. O cuidado pode durar até três horas: ela é coberta por ataduras bem apertadas para liberar as toxinas, depois é envolta com o creme de caviar. Além disso, em casa, Angelina usa um creme da marca

A atriz Angelina Jolie foi eleita a heroína mais sexy do cinema por sua personagem Lara Croft (do filme Tomb Raider), pelo site Entretainment Wise.
O segundo lugar ficou com Jessica Alba, por seu papel de Sue Storm no filme O Quarteto Fantástico. Logo atrás apareceu Halle Berry, como a Mulher-Gato, no filme de mesmo nome. Ainda segundo a publicação, o quarto lugar ficou nas garras de outra Mulher-Gato, Michelle Pfeiffer, no filme Batman – O Retorno. E por fim, Jane Fonda levou a quinta posição pela personagem Barbarella, no filme homônimo.



Ao ser questionado sobre as declarações de seu filho, Voight disse não entender por que Haven fez esse tipo de comentário:
"Me parece muito triste que meus filhos queiram pintar um mau retrato de mim. Acho que vem de sua incapacidade para deixar para trás os anos de ira com sua mãe, que, compreensívelmente, se sentiu muito ferida quando nos divorciamos (...) Tratei de dar a sua mãe o amor e apoio contínuos e uma grande quantia de dinheiro. Deus sabe há quanto tempo tento corrigir essa relação. Eu sempre lhes dou meu coração e meu amor e sempre estarei à sua disposição, para tudo que precisarem de mim", expressou o ator.


A atriz disse não gostar de ser elogiada por ter perdido peso com a morte da mãe no ano passado e insiste que o culto às celebridades magras dá um mau exemplo para as adolescentes.
"As pessoas acham que é um elogio dizer para alguém, 'Você está magra!', mas não é," disse a atriz à revista Glamour.
"Na verdade prefiro quando me dizem que estou magra demais. Aí eu penso, 'Bom, bom, diga isso a todas e vamos deixar isso virar uma crítica. Não quero ser muito magra porque isso não é saudável."

Segundo Billy Bob Thornton, ex-marido de Angelina Jolie, ele bem que tentou fazer parte da vida do primeiro filho da atriz, Maddox, adotado por ela quando ainda estava casada com ele. Porém, Jolie não aceitou que o menino convivesse com Thornton, supostamente por não considerá-lo uma boa influência masculina para Maddox. O ator comentou que foi Angelina quem quis a separação e já tinha planejado isso, quando adotou o filho como mãe solteira.
Thornton disse à Revista OK!:
"Fico impressionado, quando vejo que alguém tem esse tipo de paixão e esse tanto de energia, para fazer algo que ajude as pessoas necessitadas".
Angelina Jolie é capa da edição de outubro da TOP Magazine. Em entrevista publicada pela primeira vez no Brasil, a senhora Brad Pitt revela de onde vem sua fama de durona.
- Sou bastante cuidadosa com minhas emoções, não deixo que elas corram soltas. Se estou chateada, geralmente é por uma razão muito forte. Eu choro escondido. Não costumo chorar na frente dos outros. Como Brad pode confirmar, detesto chorar.
Sobre seu trabalho humanitário para as Nações Unidas, Angelina admite sofrer preconceito.
- Sinto que, às vezes, as pessoas me levam menos a sério em meu trabalho para a ONU porque sou atriz, afirmou.

Ainda sobre sobre trabalho, ela negou que Brad Pitt a influencie em suas decisões profissionais.
- Nunca falamos do trabalho do outro a não ser para encorajá-lo. Às vezes, achamos que o outro está fazendo uma escolha ridícula, mas não importa. O centro da nossa vida é a casa e os filhos. Procuramos aprender juntos sobre questões globais e política. É a única razão pela qual discutimos.
ÉPOCA: Qual é o segredo de um relacionamento de sucesso, como é o que você parece manter com Brad Pitt?
Angelina Jolie: É você ter valores parecidos e lutar pelos mesmos ideais. É você ter uma opinião parecida sobre o certo e o errado. E ter respeito um pelo outro também.
ÉPOCA: O que mais a surpreendeu sobre seu companheiro?
Angelina Jolie: Que ele é uma pessoa muito pé no chão. E se você conhecer a família dele, você vai entender isso também. Brad tem uma família que absolutamente o ama. Uma família amorosa e equilibrada, e muito cool. Naturalmente, você não se deixa mudar quando tem uma família dessa.
ÉPOCA: Os paparazzi não os deixam
Angelina Jolie: Você tem que entender que essa é um fase estranha, mas passageira. Tudo isso não tem nada a ver com a realidade ou com quem somos. Por alguma razão, a gente foi pousar num ponto onde existe um foco bizarro pela superficialidade, mas isso irá passar. A única coisa que é um pouco assustador é que a cultura de celebridades invadiu até os telejornais sérios das principais emissoras da TV. Você muda de canal, para a BBC, por exemplo, procurando notícias sobre Darfur e o que encontra? Um programa sobre paparazzi. E você se pega dizendo: mas o que é que é isso?! Tentamos não deixar que essas coisas afetem nossas vidas. Afeta a vida de nossas crianças, infelizmente. Zahara fica um pouco assustada com as câmeras.
ÉPOCA: E como você explica essa sanha toda a eles?
Angelina Jolie: E como você pode explicar uma coisa tão bizarra dessa para crianças?
ÉPOCA: Mas deve haver uma maneira, eles devem ficar curiosos, não?
Angelina Jolie: Claro. Mas você não pode explicar a eles que nada mais faz sentido! Então a gente diz a eles que existem pessoas doidas (risos). Fazemos uma piada do tipo: olha os lunáticos que querem tirar nossas fotos. A gente não faz nenhum esforço em explicar que eles estão tirando fotos da gente para comercializá-las. Não posso e não quero explicar a eles que o mundo está focado em nossa família porque somos atores famosos. Isso não faz sentido e não é muito saudável para eles. Não posso levar Maddox ao Central Park e negar-lhe um sorvete porque tem dois homens escondidos atrás de uma árvore.
ÉPOCA: Por causa de suas viagens internacionais e a exposição que seus filhos têm a diferentes culturas, como explica religião a eles?
Angelina Jolie: Somos uma família muito espiritual. Já me disseram que eu sou humanista. Não sei o que isso significa, mas soa bem legal (risos). Mesmo que Brad e eu não tenhamos nenhum credo específico, estamos intereressados em todas as crenças e essa é uma razão que nos aproximou bastante. Discutimos muito como criar nossos filhos e a qual religião eles deveriam pertencer. Chegamos à conclusão de que deveríamos compartilhar todas as religiões em nossas viagens com eles, e também que deveríamos provê-los com os mais variados livros sobre povos e religiões. Desse entendimento e reflexão, cada um deles escolherá o caminho religioso próprio.
ÉPOCA: Você tem alguma fraqueza?
Angelina Jolie: Tenho muitas. Brad dirá que eu sou muito compulsiva em fazer várias coisas ao mesmo tempo. Às vezes, ele pergunta se não podemos visitar um país e termos três dias para não fazermos nada, sem um campo de refugiados para as crianças visitarem. “Podemos sentar juntos por um minuto?”, ele diz (risos).
ÉPOCA: Você acha que é possível resolver o problema da paz em países do Terceiro Mundo?
Angelina Jolie: Acho que temos de endereçar as duas coisas ao mesmo tempo. Você não pode tentar erradicar pobreza e não lidar com questões como justiça ou segurança. Esse é um grande erro que vejo em minhas viagens. Eu já vi tantos refugiados que vão de volta para o Afeganistão e viram vítimas da violência. Em Darfur, por exemplo, houve uma situação em que alguém trouxe mochilas com suprimentos escolares às crianças locais e elas foram roubadas e torturadas. Estamos sempre lidando com um enorme nível de frustração até encontrarmos uma solução, que eu sei que virá.
ÉPOCA: Dos filhos que você menciona ter tido, apenas o último deles, a menina Shiloh Nouvel, é sua filha biológica. Isso a faz ser diferente?
Angelina Jolie: Para ser honesta, eu achei que seria diferente, sim. Mas, no fim das contas, não é nada diferente, a não ser o fato de que ela se parece com o Brad (risos). O engraçado é que ela vai ser a mais diferente na família porque é tão loira e tem olhos tão azuis... Mas todos os meus filhos são interessantes da mesma maneira para mim. Todos vieram a mim de uma maneira diferente. Cada momento deles, seja o momento em que eu os conheci ou o momento do nascimento de minha filha, são igualmente importantes e interessantes para mim.
ÉPOCA: Então a experiência de estar grávida e dar à luz não lhe afetou tão fortemente.
Angelina Jolie: Não há nada de especial porque um filho é geneticamente parte seu e os outros nasceram de outras mulheres. Para mim, o mais legal de toda a gravidez foi o lado homem e mulher dentro de um relacionamento. Ver como Brad reagiu ao assistir o ultra-som pela primeira vez. Esse momento foi único. Por outro lado, quando eu vi a foto de Zahara antes de conhecê-la pessoalmente, foi muito, mais muito emocional para mim. São jornadas diferentes, mas com sentimentos muito parecidos.
ÉPOCA: Como você os cria?
Angelina Jolie: Como toda mãe. Quero que meus filhos sejam saudáveis e, sobretudo, quero que eles sejam mentalmente saudáveis, com uma ótima atitude sobre eles mesmos. Quero também manter o equilíbrio. Como a família anda crescendo, quero ter certeza de que ela está crescendo apropriadamente e equilibrada. Quero ter certeza de que, quando viajamos, o que é muito importante para mim, eles não se percam nesse lado mundano e que entendam que eles podem ser privilegiados por um lado, mas que, por outro, são crianças como quaisquer outras que visito e que, de vez em quando, eles vão estar com um bando de crianças que não têm TV e que passam o dia jogando futebol em terreno de chão batido e falando outro idioma.
ÉPOCA: O que você aprende com essas viagens pelo mundo?
Angelina Jolie: Trabalhar com refugiados é um privilégio e algo que me traz enorme felicidade. Em minhas viagens, conheci mulheres que sofreram muito e que são muito mais fortes que eu, muito mais capacitadas que eu, e as amo e as admiro. Ganho muito dinheiro de uma profissão que adoro fazer, mas gastar esse dinheiro em jóias nada significa para mim. Já poder construir uma escola me dá um grande contentamento, então trata-se de uma escolha extremamente fácil. Não me sinto especial por isso, mas bastante privilegiada por poder fazê-lo.
ÉPOCA: No começo de sua carreira, você tinha essa imagem de selvagem, doidona. Acha que amadureceu?
Angelina Jolie: Isso é muito engraçado. Pois eu acho que sou muito mais selvagem e doidona agora. Talvez, aos 20, eu era um pouco mais perdida e autodestrutiva. Todos nós temos períodos em nossas vidas em que nos encontramos um pouco perdidos, sem um senso real de propósito. Ou estamos absortos na dor de nossa própria angústia. Mas eu sou muito mais maluca hoje, pois faço escolhas mais específicas como ir a Washington fazer lobby com políticos de idéias que desprezo para que eles passem essa ou aquela lei no Congresso. Hoje eu acordo com um nível de pressão muito mais forte e que não existia antes. Sem esse tipo de propósito, aos 20 era muito mais fácil ser revoltada.
ÉPOCA: O seu ativismo social colocou seu lado de famosa no banco traseiro?
Angelina Jolie: Absolutamente, sim. Celebridade nunca foi uma coisa legal, para começo de conversa. Mesmo quando eu era jovem, não fazia nenhum sentido para mim que o foco da atenção estava em minha pessoa e não no trabalho que fiz. Eu adoro ser atriz e tenho sorte de fazer filmes que, algumas vezes, são divertidos e servem de entretenimento para toda a família. Mas às vezes quero fazer filmes que digam alguma coisa também, como a história de Daniel Pearl. Para ser honesta, uma das primeiras perguntas que faço ao receber um roteiro hoje em dia é: quanto tempo de filmagens e quanto tempo terei que ficar longe de meus filhos? (risos) Não tinha trabalhado por um bom tempo. O filme de De Niro tomou duas semanas de minhda vida e o de Daniel Pearl rodamos em seis semanas. É muito difícl me tirar de casa hoje em dia.
Em entrevista a ÉPOCA, a atriz Angelina Jolie fala da vida em família com Brad Pitt e seus três filhos e como ela equilibra o cotidiano com as ações humanitárias. Angelina é embaixadora da Boa Vontade da ONU
De musa dark e colecionadora de facas a embaixadora da ONU para refugiados. Assim foi a transformação de um dos maiores furacões de Hollywood: a atriz Angelina Jolie. Depois de sua fase gótica e alienada, Jolie amadureceu e se transformou na primeira superestrela do cinema - desde Mia Farrow e Audrey Hepburn - a chamar a atenção (de verdade, e não apenas num golpe publicitário) aos problemas dos refugiados nos Bálcãs, Afeganistão, Vietnã e Camboja, criando a moda das celebridades que agora abraçam causas sociais. Não bastasse isso, Jolie chegou às vias da beatificação do show biz ao adotar o menino cambojano Madoxx e a garota africana Zahara. O terceiro adendo a essa prole, a garota Shiloh Nouvel, foi produto biológico de sua criticada união com Brad Pitt, que teria se apaixonado pela atriz quando ainda era casado com Jennifer Aniston. Histórias de adultério, romance, viagens internacionais para campos de refugiados e um trio de belos filhos renderam ao casal o apelido de Brangelina e uma bizarra sanha dos paparazzi e revistas de celebridades não vista desde que Elizabeth Taylor colecionava diamantes de Richard Burton.
Depois de um período turbulento - e no qual o casal se negou a falar publicamente do romance -, Angelina parece ter baixado a guarda. Nesta entrevista exclusiva a ÉPOCA, a atriz falou sobre filhos, o romance com Pitt e a ordem mundial. Angelina, que estava toda vestida de preto, e ainda continua a ser a mulher mais sexy do planeta, só assusta em um detalhe: seus braços estão assustadoramente magérrimos.
ÉPOCA Online: O que há de Angelina Jolie em sua personagem
Angelina Jolie: Nada! (risos) Nunca interpretei uma mulher tão oposta à minha pessoa. Talvez no começo, quando ela é jovem, e mais louquinha e mais engraçada. Mas as escolhas que ela faz mais tarde como mulher e mãe não têm nada a ver comigo. Ela é muito elitista, o que não tem nada a ver comigo também. Ao longo do filme, ela vai ficando mais de mãos atadas, enquanto eu sou uma pessoa que não fica quieta caso seja ameaçada por qualquer coisa. O interessante de fazer uma personagem assim é assistir ao declínio dela, pois, no começo, ela tinha essa habilidade e potencial de ser uma mulher independente e interessante. Mas foi criada dentro de uma elite e o coração dela ficou nesse meio. É muito difícil interpretar alguém assim, mas ao mesmo tempo muito interessante. Tive que me preparar um bocado.
ÉPOCA Online: Foi difícil simpatizar com uma personagem assim?
Angelina Jolie: Muito. Meu primeiro instinto, e o que se tornou muito importante para mim durante as filmagens, foi suspender qualquer julgamento moral que eu teria sobre tal mulher. Não há como defender os atos dela e acho que o filme nem tenta fazer isso. O mais importante é que o romance dela com o garoto é o catalisador que a coloca nos braços de Barbara (Judi Dench). Esse é o grande drama. Quando entendi finalmente que Sheba era uma pessoa incrivelmente perdida, como uma bomba próxima a explodir, finalmente encontrei meu caminho na história.
ÉPOCA: Que tipo de preparação?
Angelina Jolie: Pela primeira vez em minha carreira eu tive um professor de etiqueta, o que é uma coisa hilária de se ter. Meu instinto todo é diferente do dela, desde a maneira que movimento minha cabeça. Naquela época, as mulheres eram mais tímidas, cheias de decoro. Uma mulher de hoje é mais direta. Imagine que tive de aprender a dobrar um guardanapo (risos). Outro aspecto interessante - e assustador - é como ela lida com o filho na casa dos outros. Ela fica falando ”Não toque nisso, não toque naquilo”. Isso é algo muito cruel para se dizer a uma criança, e jamais faria isso a um filho meu. Mas fazer isso nos anos 40 mostrava a seus vizinhos que você os respeitava ao trazer uma criança para dentro do lar deles.
ÉPOCA: Como é ser dirigida por Robert De Niro?
Angelina Jolie: Com ele, acho que voltei a me lembrar da verdadeira razão de ter decidido fazer filmes. Desde que comecei a ter filhos, eu vinha trabalhando muito pouco. Eram dois meses de trabalho e dois anos de férias (risos). Não sou muito fã das maquinações estratégicas da indústria para os filmes hoje



Em setembro, exortou o governo americano a socorrer as vítimas do furacão Katrina. Ainda em 2005, foi agraciada com o título de cidadã cambojana, que recebeu do rei Norodom Shihamoni depois de ter doado US$ 5 milhões para restaurar e reflorestar um sítio arqueológico em Battambang, próximo à casa que ela comprou em 2002 para morar com o filho. Em 13 de outubro de 2005, ganhou em Nova York o prêmio de Ação Humanitária Global da ONU. No fim de 2006, Angelina e Pitt depositaram US$ 100 mil na conta da Fundação Daniel Pearl, em memória ao repórter do Wall Street Journal decapitado por extremistas islâmicos em 2002.
Angelina criou em torno de si um círculo virtuoso que chama a atenção do mundo e faz com que seus colegas do meio artístico a sigam como exemplo de ação efetiva. Assim como mandou raspar a tatuagem com o nome do ex-marido, ela ainda pode se arrepender da frase em latim. Poderia modificar a última palavra para ficar assim: "Quod me nutrit me construit" (O que me nutre me constrói). A bad girl se converteu ao humanismo. "Quando eu era apenas atriz, não servia de nada a outras pessoas", diz. "Hoje, dizem que sou uma humanista. Não sei bem o que é isso, mas soa bem!" Com Angelina Jolie, a caridade se tornou um esporte radical.