Terça-feira, Junho 03, 2008































Domingo, Junho 01, 2008











Sexta-feira, Maio 30, 2008










































































Quinta-feira, Maio 29, 2008

Angelina Jolie diz que tem "muita sorte" em sua vida


Angelina Jolie admitiu que sabe que tem "muita, muita sorte" em sua vida. A atriz, mãe de 4 crianças e grávida de gêmeos, disse ao jornal The Sun que está maravilhada por achar fácil conciliar sua carreira de atriz com a maternidade: "Eu tenho muita, muita sorte", disse.


"Muitas mães não têm um emprego em que podem trabalhar por poucos meses ao ano. Minha agenda é muito pequena em comparação à delas, então eu posso me dar ao luxo de passar quanto tempo quiser com meus filhos", contou.


Angelina também disse que ela e o namorado, Brad Pitt, alternam as agendas, para que alguém possa sempre estar com as crianças: "Quando estou trabalhando, Brad está em casa com as crianças e vice-versa. Nós temos babás que nos ajudam, mas ninguém passa a noite em casa. Passamos muito tempo completamente sozinhos com nossos filhos. Encontramos um tipo de equilíbrio", revelou.


Angelina deve dar à luz aos gêmeos em agosto.

"Não precisamos nos casar, mas um dia nos casaremos", diz Angelina Jolie


Angelina Jolie e Brad Pitt querem abrir um orfanato. O casal, que tem 4 filhos, 3 deles adotivos, pretende ajudar crianças abandonadas por todo o mundo.

"Sempre pensamos: 'Haverá um dia em que não teremos mais crianças em casa?' Talvez a gente abra um orfanato ou algo assim. Temos uma clínica que cuida de crianças, então há várias maneiras de cuidar de crianças sem tê-las fisicamente em casa. Estamos fazendo mais disso. Mas eu acho que vou adotar novamente. Gostaria de fazer isso", disse Angelina.

Além disso, Angelina disse ao jornal Sydney Morning Herald que não pretende se casar com Brad Pitt: "Queremos criar essas crianças juntos – estamos comprometidos a elas e a prioridade é essa. Não é um contrato que vai nos unir, mas o fato de começarmos a construir essa família. Não precisamos nos casar, mas um dia nos casaremos. Talvez se as crianças começarem a perguntar. Provavelmente serão eles que tomarão essa decisão".

Angelina Jolie está chateada com vazamento de vídeo

Angelina Jolie está chateada com o vazamento de um vídeo em que ela aparece junto a um grupo de viciados em drogas, discutindo seu vício e admitindo que ela matou seus bichinhos de estimação quando era criança. As imagens foram obtidas pelo tablóide inglês The Sun.

A atriz já havia admitido que tinha usado de tudo, de cocaína a ecstasy, LSD e heroína. O vídeo, gravado há 8 anos, trouxe algumas más lembranças à atriz. Brad Pitt não sabia da existência das imagens até a semana passada.



"Não podia vir em pior época, já que ela está em Cannes divulgando seu novo filme infantil, Kung-Fu Panda. Sabíamos a algum tempo que o vídeo estava circulando e parecia que a ameaça dele vazar havia sido eliminada. Mas as pessoas que vazaram queriam prejudicar Angie enquanto ela estava
em Cannes", disse uma fonte.

"Ela
não pode cancelar a participação na divulgação, porque isso está no contrato dela. É uma parte da vida dela que ela não quer mais recordar. A coisa toda trouxe lembranças desagradáveis a ela", compeltou a mesma fonte.

Quarta-feira, Maio 28, 2008

Angelina Jolie Quotes III

"Quando pensar em ser perfeito, tente caminhar sobre as águas."

”Eu acho que todos precisam de um senso de propósito, um senso de ser útil.”

“A responsabilidade de todos nós é fazer o máximo com o que nós temos.”

”Eu tenho trabalhado em filmes e feito coisas para a minha própria carreira, minha própria vida. E então certamente havia um vazio em mim.”


Angelina Jolie Quotes II


Sobre a tatuagem para Billy Bob:

“Nunca mais terei o nome de um homem tatuado em meu corpo.”

”Quando você está removendo uma tatuagem, a pior parte é o cheiro.”

”Eu não invejo ninguém que tenta experimentar qualquer caminho. Eu fico feliz por eles. Apenas nunca tatue o nome de uma pessoa em você.”


Segunda-feira, Maio 26, 2008

Angelina Jolie Quotes I

Sobre Tomb Raider:

“Eu pratiquei por uma eternidade naquele jet ski para Tomb Raider. E eu não gosto muito de água. E eu também não gosto de biquínis. Então um jet ski e um biquíni: isso chega bem perto do meu pesadelo.”

”Eu Ainda não superei o fato de eles terem apagado meus mamilos da foto do pôster para Lara Croft. Sem mamilos. Eu acho que é certamente estranho e bizarro. Mamilos são adoráveis.”

Sobre a Premiere de Tomb Raider em LA: “No caminho para lá, eu tive que deitar no chão do carro para por aquelas calças. Estou sempre atrasada para essas coisas.”



Angelina Jolie Quotes

Sobre seus lábios:

“Eu uso Blistex, porque meus lábios são naturalmente vermelhos, então eu suavizo a cor com um batom cor de pele. Eu sei que outras mulheres matariam por lábios como os meus, mas eu sinto que eles tomam conta do meu rosto.”

“Não é verdade que eu fiz um seguro de um milhão de dólares para os meus lábios. Mas de todos os rumores que existem sobre mim, eu acho que esse é o mais engraçado.”


Angelina Jolie usa caviar para tratamento de pele


Angelina Jolie está preocupada que as veias do braço, mãos e testa fiquem mais visíveis por conta dos quilos que emagreceu, por isso está fazendo um tratamento de pele com caviar, de acordo com o Female First. Ela faz um tratamento de cerca de US$ 400, por sessão, com cremes feitos da ova do esturjão Baerii. O cuidado pode durar até três horas: ela é coberta por ataduras bem apertadas para liberar as toxinas, depois é envolta com o creme de caviar. Além disso, em casa, Angelina usa um creme da marca La Prairie que também é feito de caviar.


Com inforções do site inglês Female First.

Angelina Jolie é eleita a heroína mais sexy do cinema

A atriz Angelina Jolie foi eleita a heroína mais sexy do cinema por sua personagem Lara Croft (do filme Tomb Raider), pelo site Entretainment Wise.

O segundo lugar ficou com Jessica Alba, por seu papel de Sue Storm no filme O Quarteto Fantástico. Logo atrás apareceu Halle Berry, como a Mulher-Gato, no filme de mesmo nome. Ainda segundo a publicação, o quarto lugar ficou nas garras de outra Mulher-Gato, Michelle Pfeiffer, no filme Batman – O Retorno. E por fim, Jane Fonda levou a quinta posição pela personagem Barbarella, no filme homônimo.





Irmão de Angelina Jolie critica o pai em entrevista à revista

O ator James Haven, irmão da atriz Angelina Jolie, concedeu uma comovente entrevista à revista Marie Claire, em sua edição de novembro, onde deixa claro que, tanto ele como sua famosa irmã continuam chateados com seu pai, o ator de 68 anos, Jon Voight, que por sete anos nos anos 70 foi casado com sua falecida mãe Marcheline Bertrand.

"Desejo-lhe o melhor e espero que ele encontre a paz algum dia (...), mas maltratou minha mãe por muitos anos de abuso mental, e isso me fez ter um especial carinho para com mulheres abandonadas e crianças, então, essa é a minha religião: ajudar as viúvas e os órfãos", disse Haven, de 34 anos.


Ao ser questionado sobre as declarações de seu filho, Voight disse não entender por que Haven fez esse tipo de comentário:

"Me parece muito triste que meus filhos queiram pintar um mau retrato de mim. Acho que vem de sua incapacidade para deixar para trás os anos de ira com sua mãe, que, compreensívelmente, se sentiu muito ferida quando nos divorciamos (...) Tratei de dar a sua mãe o amor e apoio contínuos e uma grande quantia de dinheiro. Deus sabe há quanto tempo tento corrigir essa relação. Eu sempre lhes dou meu coração e meu amor e sempre estarei à sua disposição, para tudo que precisarem de mim", expressou o ator.



Imagens: Antiga Sessão de fotos de Angelina e seu irmão

Angelina não gosta que elogiem sua magreza

A atriz disse não gostar de ser elogiada por ter perdido peso com a morte da mãe no ano passado e insiste que o culto às celebridades magras dá um mau exemplo para as adolescentes.


"As pessoas acham que é um elogio dizer para alguém, 'Você está magra!', mas não é," disse a atriz à revista Glamour.

"Na verdade prefiro quando me dizem que estou magra demais. Aí eu penso, 'Bom, bom, diga isso a todas e vamos deixar isso virar uma crítica. Não quero ser muito magra porque isso não é saudável."


Ex-marido parabeniza Angelina Jolie pela gravidez


Jolie adotou o pequeno órfão cambojano Maddox, antes de se divorciar de Thornton, em 2003, depois de três anos de casamento. Maddox foi posteriormente adotado por Brad Pitt, atual companheiro de Angelina.

Segundo Billy Bob Thornton, ex-marido de Angelina Jolie, ele bem que tentou fazer parte da vida do primeiro filho da atriz, Maddox, adotado por ela quando ainda estava casada com ele. Porém, Jolie não aceitou que o menino convivesse com Thornton, supostamente por não considerá-lo uma boa influência masculina para Maddox. O ator comentou que foi Angelina quem quis a separação e já tinha planejado isso, quando adotou o filho como mãe solteira.

Thornton disse à Revista OK!:

"Acho que foi feita para ser mãe, por vários motivos. Estou muito feliz por ela. Estou feliz pelas crianças também, por terem uma mãe e um pai como eles".

O ator, que já foi casado cinco vezes, disse ter ficado surpreso com o trabalho de Jolie como embaixadora da ONU.

"Fico impressionado, quando vejo que alguém tem esse tipo de paixão e esse tanto de energia, para fazer algo que ajude as pessoas necessitadas".

Durona, Angelina Jolie revela que chora escondido

Angelina Jolie é capa da edição de outubro da TOP Magazine. Em entrevista publicada pela primeira vez no Brasil, a senhora Brad Pitt revela de onde vem sua fama de durona.

- Sou bastante cuidadosa com minhas emoções, não deixo que elas corram soltas. Se estou chateada, geralmente é por uma razão muito forte. Eu choro escondido. Não costumo chorar na frente dos outros. Como Brad pode confirmar, detesto chorar.

Sobre seu trabalho humanitário para as Nações Unidas, Angelina admite sofrer preconceito.

- Sinto que, às vezes, as pessoas me levam menos a sério em meu trabalho para a ONU porque sou atriz, afirmou.



Ainda sobre sobre trabalho, ela negou que Brad Pitt a influencie em suas decisões profissionais.

- Nunca falamos do trabalho do outro a não ser para encorajá-lo. Às vezes, achamos que o outro está fazendo uma escolha ridícula, mas não importa. O centro da nossa vida é a casa e os filhos. Procuramos aprender juntos sobre questões globais e política. É a única razão pela qual discutimos.

Jolie Old PhotoShoot IV




Jolie Old PhotoShoot III





“Nunca fui tão maluca quanto hoje” - Parte 3


ÉPOCA: Qual é o segredo de um relacionamento de sucesso, como é o que você parece manter com Brad Pitt?
Angelina Jolie:
É você ter valores parecidos e lutar pelos mesmos ideais. É você ter uma opinião parecida sobre o certo e o errado. E ter respeito um pelo outro também.

ÉPOCA: O que mais a surpreendeu sobre seu companheiro?
Angelina Jolie:
Que ele é uma pessoa muito pé no chão. E se você conhecer a família dele, você vai entender isso também. Brad tem uma família que absolutamente o ama. Uma família amorosa e equilibrada, e muito cool. Naturalmente, você não se deixa mudar quando tem uma família dessa.



ÉPOCA:
E como Brad Pitt se sai como pai?
Angelina Jolie:
Ele é ótimo. Enquanto faço essa entrevista com você, é ele quem cuida das crianças (risos). Hoje cedo acordei e ouvi ele trocando as fraldas. As duas garotas ficaram prontas ao mesmo tempo e uma estava gritando pela mamadeira. Fiquei ouvindo aquele choro por quase cinco minutos, até levantar-me da cama. Um doce caos (risos).


ÉPOCA:
Os paparazzi não os deixam em paz. Isso deve ser um absoluto horror para vocês.
Angelina Jolie:
Você tem que entender que essa é um fase estranha, mas passageira. Tudo isso não tem nada a ver com a realidade ou com quem somos. Por alguma razão, a gente foi pousar num ponto onde existe um foco bizarro pela superficialidade, mas isso irá passar. A única coisa que é um pouco assustador é que a cultura de celebridades invadiu até os telejornais sérios das principais emissoras da TV. Você muda de canal, para a BBC, por exemplo, procurando notícias sobre Darfur e o que encontra? Um programa sobre paparazzi. E você se pega dizendo: mas o que é que é isso?! Tentamos não deixar que essas coisas afetem nossas vidas. Afeta a vida de nossas crianças, infelizmente. Zahara fica um pouco assustada com as câmeras.



ÉPOCA:
E como você explica essa sanha toda a eles?
Angelina Jolie:
E como você pode explicar uma coisa tão bizarra dessa para crianças?

ÉPOCA: Mas deve haver uma maneira, eles devem ficar curiosos, não?
Angelina Jolie:
Claro. Mas você não pode explicar a eles que nada mais faz sentido! Então a gente diz a eles que existem pessoas doidas (risos). Fazemos uma piada do tipo: olha os lunáticos que querem tirar nossas fotos. A gente não faz nenhum esforço em explicar que eles estão tirando fotos da gente para comercializá-las. Não posso e não quero explicar a eles que o mundo está focado em nossa família porque somos atores famosos. Isso não faz sentido e não é muito saudável para eles. Não posso levar Maddox ao Central Park e negar-lhe um sorvete porque tem dois homens escondidos atrás de uma árvore.


ÉPOCA:
Por causa de suas viagens internacionais e a exposição que seus filhos têm a diferentes culturas, como explica religião a eles?
Angelina Jolie:
Somos uma família muito espiritual. Já me disseram que eu sou humanista. Não sei o que isso significa, mas soa bem legal (risos). Mesmo que Brad e eu não tenhamos nenhum credo específico, estamos intereressados em todas as crenças e essa é uma razão que nos aproximou bastante. Discutimos muito como criar nossos filhos e a qual religião eles deveriam pertencer. Chegamos à conclusão de que deveríamos compartilhar todas as religiões em nossas viagens com eles, e também que deveríamos provê-los com os mais variados livros sobre povos e religiões. Desse entendimento e reflexão, cada um deles escolherá o caminho religioso próprio.

ÉPOCA: Você tem alguma fraqueza?
Angelina Jolie:
Tenho muitas. Brad dirá que eu sou muito compulsiva em fazer várias coisas ao mesmo tempo. Às vezes, ele pergunta se não podemos visitar um país e termos três dias para não fazermos nada, sem um campo de refugiados para as crianças visitarem. “Podemos sentar juntos por um minuto?”, ele diz (risos).



ÉPOCA:
Você acha que é possível resolver o problema da paz em países do Terceiro Mundo?
Angelina Jolie:
Acho que temos de endereçar as duas coisas ao mesmo tempo. Você não pode tentar erradicar pobreza e não lidar com questões como justiça ou segurança. Esse é um grande erro que vejo em minhas viagens. Eu já vi tantos refugiados que vão de volta para o Afeganistão e viram vítimas da violência. Em Darfur, por exemplo, houve uma situação em que alguém trouxe mochilas com suprimentos escolares às crianças locais e elas foram roubadas e torturadas. Estamos sempre lidando com um enorme nível de frustração até encontrarmos uma solução, que eu sei que virá.

“Nunca fui tão maluca quanto hoje” - Parte 2

ÉPOCA: Dos filhos que você menciona ter tido, apenas o último deles, a menina Shiloh Nouvel, é sua filha biológica. Isso a faz ser diferente?
Angelina Jolie:
Para ser honesta, eu achei que seria diferente, sim. Mas, no fim das contas, não é nada diferente, a não ser o fato de que ela se parece com o Brad (risos). O engraçado é que ela vai ser a mais diferente na família porque é tão loira e tem olhos tão azuis... Mas todos os meus filhos são interessantes da mesma maneira para mim. Todos vieram a mim de uma maneira diferente. Cada momento deles, seja o momento em que eu os conheci ou o momento do nascimento de minha filha, são igualmente importantes e interessantes para mim.

ÉPOCA: Então a experiência de estar grávida e dar à luz não lhe afetou tão fortemente.
Angelina Jolie:
Não há nada de especial porque um filho é geneticamente parte seu e os outros nasceram de outras mulheres. Para mim, o mais legal de toda a gravidez foi o lado homem e mulher dentro de um relacionamento. Ver como Brad reagiu ao assistir o ultra-som pela primeira vez. Esse momento foi único. Por outro lado, quando eu vi a foto de Zahara antes de conhecê-la pessoalmente, foi muito, mais muito emocional para mim. São jornadas diferentes, mas com sentimentos muito parecidos.


ÉPOCA:
Como você os cria?
Angelina Jolie:
Como toda mãe. Quero que meus filhos sejam saudáveis e, sobretudo, quero que eles sejam mentalmente saudáveis, com uma ótima atitude sobre eles mesmos. Quero também manter o equilíbrio. Como a família anda crescendo, quero ter certeza de que ela está crescendo apropriadamente e equilibrada. Quero ter certeza de que, quando viajamos, o que é muito importante para mim, eles não se percam nesse lado mundano e que entendam que eles podem ser privilegiados por um lado, mas que, por outro, são crianças como quaisquer outras que visito e que, de vez em quando, eles vão estar com um bando de crianças que não têm TV e que passam o dia jogando futebol em terreno de chão batido e falando outro idioma.

ÉPOCA: O que você aprende com essas viagens pelo mundo?
Angelina Jolie:
Trabalhar com refugiados é um privilégio e algo que me traz enorme felicidade. Em minhas viagens, conheci mulheres que sofreram muito e que são muito mais fortes que eu, muito mais capacitadas que eu, e as amo e as admiro. Ganho muito dinheiro de uma profissão que adoro fazer, mas gastar esse dinheiro em jóias nada significa para mim. Já poder construir uma escola me dá um grande contentamento, então trata-se de uma escolha extremamente fácil. Não me sinto especial por isso, mas bastante privilegiada por poder fazê-lo.



ÉPOCA:
No começo de sua carreira, você tinha essa imagem de selvagem, doidona. Acha que amadureceu?
Angelina Jolie:
Isso é muito engraçado. Pois eu acho que sou muito mais selvagem e doidona agora. Talvez, aos 20, eu era um pouco mais perdida e autodestrutiva. Todos nós temos períodos em nossas vidas em que nos encontramos um pouco perdidos, sem um senso real de propósito. Ou estamos absortos na dor de nossa própria angústia. Mas eu sou muito mais maluca hoje, pois faço escolhas mais específicas como ir a Washington fazer lobby com políticos de idéias que desprezo para que eles passem essa ou aquela lei no Congresso. Hoje eu acordo com um nível de pressão muito mais forte e que não existia antes. Sem esse tipo de propósito, aos 20 era muito mais fácil ser revoltada.

ÉPOCA: O seu ativismo social colocou seu lado de famosa no banco traseiro?
Angelina Jolie:
Absolutamente, sim. Celebridade nunca foi uma coisa legal, para começo de conversa. Mesmo quando eu era jovem, não fazia nenhum sentido para mim que o foco da atenção estava em minha pessoa e não no trabalho que fiz. Eu adoro ser atriz e tenho sorte de fazer filmes que, algumas vezes, são divertidos e servem de entretenimento para toda a família. Mas às vezes quero fazer filmes que digam alguma coisa também, como a história de Daniel Pearl. Para ser honesta, uma das primeiras perguntas que faço ao receber um roteiro hoje em dia é: quanto tempo de filmagens e quanto tempo terei que ficar longe de meus filhos? (risos) Não tinha trabalhado por um bom tempo. O filme de De Niro tomou duas semanas de minhda vida e o de Daniel Pearl rodamos em seis semanas. É muito difícl me tirar de casa hoje em dia.


“Nunca fui tão maluca quanto hoje” - Parte 1

Em entrevista a ÉPOCA, a atriz Angelina Jolie fala da vida em família com Brad Pitt e seus três filhos e como ela equilibra o cotidiano com as ações humanitárias. Angelina é embaixadora da Boa Vontade da ONU


De musa dark e colecionadora de facas a embaixadora da ONU para refugiados. Assim foi a transformação de um dos maiores furacões de Hollywood: a atriz Angelina Jolie. Depois de sua fase gótica e alienada, Jolie amadureceu e se transformou na primeira superestrela do cinema - desde Mia Farrow e Audrey Hepburn - a chamar a atenção (de verdade, e não apenas num golpe publicitário) aos problemas dos refugiados nos Bálcãs, Afeganistão, Vietnã e Camboja, criando a moda das celebridades que agora abraçam causas sociais. Não bastasse isso, Jolie chegou às vias da beatificação do show biz ao adotar o menino cambojano Madoxx e a garota africana Zahara. O terceiro adendo a essa prole, a garota Shiloh Nouvel, foi produto biológico de sua criticada união com Brad Pitt, que teria se apaixonado pela atriz quando ainda era casado com Jennifer Aniston. Histórias de adultério, romance, viagens internacionais para campos de refugiados e um trio de belos filhos renderam ao casal o apelido de Brangelina e uma bizarra sanha dos paparazzi e revistas de celebridades não vista desde que Elizabeth Taylor colecionava diamantes de Richard Burton.

Depois de um período turbulento - e no qual o casal se negou a falar publicamente do romance -, Angelina parece ter baixado a guarda. Nesta entrevista exclusiva a ÉPOCA, a atriz falou sobre filhos, o romance com Pitt e a ordem mundial. Angelina, que estava toda vestida de preto, e ainda continua a ser a mulher mais sexy do planeta, só assusta em um detalhe: seus braços estão assustadoramente magérrimos.


ÉPOCA Online:
O que há de Angelina Jolie em sua personagem em O Bom Pastor?
Angelina Jolie:
Nada! (risos) Nunca interpretei uma mulher tão oposta à minha pessoa. Talvez no começo, quando ela é jovem, e mais louquinha e mais engraçada. Mas as escolhas que ela faz mais tarde como mulher e mãe não têm nada a ver comigo. Ela é muito elitista, o que não tem nada a ver comigo também. Ao longo do filme, ela vai ficando mais de mãos atadas, enquanto eu sou uma pessoa que não fica quieta caso seja ameaçada por qualquer coisa. O interessante de fazer uma personagem assim é assistir ao declínio dela, pois, no começo, ela tinha essa habilidade e potencial de ser uma mulher independente e interessante. Mas foi criada dentro de uma elite e o coração dela ficou nesse meio. É muito difícil interpretar alguém assim, mas ao mesmo tempo muito interessante. Tive que me preparar um bocado.

ÉPOCA Online: Foi difícil simpatizar com uma personagem assim?
Angelina Jolie:
Muito. Meu primeiro instinto, e o que se tornou muito importante para mim durante as filmagens, foi suspender qualquer julgamento moral que eu teria sobre tal mulher. Não há como defender os atos dela e acho que o filme nem tenta fazer isso. O mais importante é que o romance dela com o garoto é o catalisador que a coloca nos braços de Barbara (Judi Dench). Esse é o grande drama. Quando entendi finalmente que Sheba era uma pessoa incrivelmente perdida, como uma bomba próxima a explodir, finalmente encontrei meu caminho na história.



ÉPOCA:
Que tipo de preparação?
Angelina Jolie:
Pela primeira vez em minha carreira eu tive um professor de etiqueta, o que é uma coisa hilária de se ter. Meu instinto todo é diferente do dela, desde a maneira que movimento minha cabeça. Naquela época, as mulheres eram mais tímidas, cheias de decoro. Uma mulher de hoje é mais direta. Imagine que tive de aprender a dobrar um guardanapo (risos). Outro aspecto interessante - e assustador - é como ela lida com o filho na casa dos outros. Ela fica falando ”Não toque nisso, não toque naquilo”. Isso é algo muito cruel para se dizer a uma criança, e jamais faria isso a um filho meu. Mas fazer isso nos anos 40 mostrava a seus vizinhos que você os respeitava ao trazer uma criança para dentro do lar deles.

ÉPOCA: Como é ser dirigida por Robert De Niro?
Angelina Jolie:
Com ele, acho que voltei a me lembrar da verdadeira razão de ter decidido fazer filmes. Desde que comecei a ter filhos, eu vinha trabalhando muito pouco. Eram dois meses de trabalho e dois anos de férias (risos). Não sou muito fã das maquinações estratégicas da indústria para os filmes hoje em dia. A mentalidade agora é fazer um filme temático para aquele feriado específico, ou é a corrida do filme mais popular, aquele que arrecada mais dinheiro no final de semana. E filmes hoje são muito menos atos de contar uma boa história ou botar a luz em determinado tema para um entendimento mais amplo. Um filme como O Bom Pastor, quer você goste ou não, vai provocar debates, ele instiga. E vendo a dedicação de De Niro ao filme, a ampla pesquisa que ele fez ao longo de quase uma década, me lembrou muito do que eu me dispus a fazer no começo de minha carreira. A propósito, De Niro é bastante caladão num set. Ele fala pouquíssimo (risos).




Um jeito pop de fazer o bem

Angelina Jolie usa o status de celebridade para chamar a atenção para causas humanitárias. Ela já visitou refugiados em 20 países, faz discursos na ONU e doou US$ 50 milhões para projetos sociais


Uma das dezenas de tatuagens que Angelina Jolie exibe traz um provérbio em latim: "Quod me nutrit me destruit" (O que me nutre me destrói). Ela se estende horizontalmente no ventre da atriz mais sensual de Hollywood e relembra a adolescência e o início da juventude da mulher cujos olhos verdes são capazes de obter tudo o que desejam de qualquer um - a observação é de uma ex-namorada dela, a atriz Jenny Shimizu. Aos 20 anos, Angelina queria ser vampira e colecionava facas. Aos 31, a ex-futura vampira parece buscar mais um Prêmio Nobel da Paz que sangue ou mesmo um Oscar. O provérbio gravado no corpo da musa parece não ter mais sentido, já que Angelina hoje se nutre de algo bem mais construtivo: a generosidade.

La Jolie costuma fazer declarações fortes, envolver-se com a tarefa humanitária e doar milhões de dólares nesses projetos. Mas, sobretudo, ela participa intensamente de cada uma das ações. Não terceiriza seu empenho. Em 2001, prometeu à ONU que doaria um terço de seus ganhos para ações em benefício das crianças refugiadas e imigrantes. Com 35 filmes em 25 anos de carreira e cobrando hoje um cachê médio de US$ 15 milhões por filme, calcula-se que ela tenha tirado do próprio bolso cerca de US$ 50 milhões em doações para creches, hospitais, campos de refugiados e operações de resgate em áreas de guerra.


Alguns exemplos:

Em setembro de 2002, Angelina doou US$ 100 mil para as agências de ajuda da ONU na África, para fornecer alimento aos refugiados. Em janeiro de 2003, esteve em Kosovo defendendo a minoria sérvia na região. Em 2005, seu ano mais intenso, Angelina deu mais de US$ 3 milhões à ONU para ajudar refugiados e anunciou a fundação do Centro Nacional para Crianças Refugiadas e Imigrantes, bancado por ela. Logo depois, encontrou-se com o presidente paquistanês, Pervez Musharraf, para discutir a situação dos milhões de refugiados afegãos no Paquistão. "Peço à comunidade internacional que faça um esforço maior para doar dinheiro e ajudar esta parte do mundo", disse. "Encontrei uma mulher carregando um bebê que estava embarcando em um caminhão. Não sei como ela vai sobreviver."

Em setembro, exortou o governo americano a socorrer as vítimas do furacão Katrina. Ainda em 2005, foi agraciada com o título de cidadã cambojana, que recebeu do rei Norodom Shihamoni depois de ter doado US$ 5 milhões para restaurar e reflorestar um sítio arqueológico em Battambang, próximo à casa que ela comprou em 2002 para morar com o filho. Em 13 de outubro de 2005, ganhou em Nova York o prêmio de Ação Humanitária Global da ONU. No fim de 2006, Angelina e Pitt depositaram US$ 100 mil na conta da Fundação Daniel Pearl, em memória ao repórter do Wall Street Journal decapitado por extremistas islâmicos em 2002.

Angelina criou em torno de si um círculo virtuoso que chama a atenção do mundo e faz com que seus colegas do meio artístico a sigam como exemplo de ação efetiva. Assim como mandou raspar a tatuagem com o nome do ex-marido, ela ainda pode se arrepender da frase em latim. Poderia modificar a última palavra para ficar assim: "Quod me nutrit me construit" (O que me nutre me constrói). A bad girl se converteu ao humanismo. "Quando eu era apenas atriz, não servia de nada a outras pessoas", diz. "Hoje, dizem que sou uma humanista. Não sei bem o que é isso, mas soa bem!" Com Angelina Jolie, a caridade se tornou um esporte radical.



Fonte: Revista Época
Imagens: J_O_L_I_E.BLOGGER

Quinta-feira, Maio 22, 2008

Jolie Old PhotoShoot II



Jolie Old PhotoShoot